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ABP apoia nota do CFM para alertar sobre os riscos do cigarro eletrônico


O cigarro eletrônico vem sendo promovido como uma alternativa menos prejudicial do que o cigarro tradicional. No entanto, estudos apontam exatamente o contrário: o novo dispositivo libera uma quantidade bem maior de nicotina, que não só causa mais dependência, como também tem o risco de desenvolvimento de câncer mais agressivo.


Ainda que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa tenha proibido o cigarro eletrônico, ele é comercializado de forma ilegal e tem se tornado moda entre os mais jovens, justamente por ser um objeto mais discreto, tanto no aspecto quanto no cheiro liberado pela essência.


Alguns segmentos têm se mobilizado para a liberação do cigarro eletrônico no país, mesmo com tantos riscos à saúde. Diante deste cenário, a Associação Brasileira de Psiquiatria - ABP apoia a nota divulgada pelo Conselho Federal de Medicina - CFM no dia 03 de maio, com o intuito de alertar a sociedade sobre os riscos do cigarro eletrônico e se posicionar contra a legalização do dispositivo.


Confira a nota na íntegra abaixo: