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GDF trabalha com pacote de ações prioritárias, diz diretor do Hran

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Com a militância socialista, o diretor do Hospital Regional da Asa Norte, Paulo Feitosa, e o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, Antônio Geraldo da Silva, debateram os problemas da saúde pública do DF

O governo do Distrito Federal trabalha com cinco ações prioritárias de estratégias operacionais para aprimorar os serviços prestados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no DF, segundo explicou o diretor do Hospital Regional da Asa Norte, Paulo Feitosa. Filiado ao PSB-DF, o médico foi um dos convidados da última edição do projeto Segundas Socialistas, realizada na segunda-feira (11), que discutiu melhorias para o setor.

De acordo com o explicado por Paulo Feitosa, a Secretaria de Saúde do DF tem dado ênfase à reorganização da atenção primária, à organização de fluxos e níveis de atenção ao paciente e à adequação da atenção especializada das regionais de saúde. “Além da descentralização administrativa e financeira do orçamento da Saúde e a ampliação de atuação em áreas estratégias, como vigilância em saúde, controle social e assistência farmacêutica”, explicou Feitosa.
Apesar do pacote de ações, o cenário ainda é alarmante. Dados apresentados pelo direto do Hran evidenciaram problemas em quase todos os setores hospitalares, como a falta de leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), a superlotação nos prontos-socorros e a falta de profissionais para suprir a demanda gerada pela população do DF e dos municípios da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE/DF).

Os atendimentos públicos de saúde no Distrito Federal são realizados por sete regiões de saúde e 15 Diretorias Regionais de Saúde, responsáveis pelos 4 mil e 164 leitos existentes. Na rede privada, o número de leitos para internação é de 2,451 mil. Somados, a capacidade de internação das unidades de saúde, tanto privada quanto pública, totalizam 6,15 mil leitos. “Mesmo contando com os leitos disponíveis nas redes pública e privada ainda temos um déficit alto, de mais de mil leitos que deveriam existir para suprir a necessidade da população”, evidenciou Paulo Feitosa.

Gestão como solução

Na avaliação do presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), Antônio Geraldo da Silva, também presente ao debate, o principal entrave da saúde pública oferecida no Brasil é motivado por deficiências na gestão do orçamento e das ações desenvolvidas pelo Sistema Único de Saúde. “Gestão é o remédio que a saúde pública precisa. Especialistas são unânimes sobre o que poderia curar o SUS: mais dinheiro”, disse.

Para o presidente da ABP, uma boa gestão da saúde passa por prevenir a ocorrência inicial de um problema, um distúrbio ou uma doença. “Estudos científicos demonstram que investimentos em promoção da saúde, proteção da saúde e prevenção dão resultados duradouros e mudam a qualidade de vida da população”, argumentou Antônio Geraldo.

Influências da Ride

A situação geográfica do Distrito Federal, segundo analisou o diretor do Hran, dificulta ainda mais a melhoria no serviço de saúde pública da região. Dados da Secretaria de Saúde do DF, com base em 2009, apontam que 12% dos atendimentos emergenciais realizados pelo sistema público foram destinados a moradores da Ride-DF, formada por 22 municípios, sendo 19 de Goiás e três de Minas Gerais.

O número de internações é ainda maior. Cerca de 20% dos leitos disponíveis no DF são ocupados por moradores de outros estados. A maior causa de internação é motivada por parto ou complicações pós-parto, com 30% dos atendimentos registrados a não moradores do DF.

Fonte: PSB-DF

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